Cruijff total
Algures entre Pelé e Maradona, o holandês Johan Cruijff também reclama para si um lugar entre os gigantes do futebol. Porque quando falam dos famosos slaloms do Messi ninguém fala nele?
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Deixo aqui um vídeo dedicado ao meu "Vfl". Creio que se para o ano mantivermos o Sestak, o Epale e mais um ou outro jogador importante do meio campo, temos todas as condições para chegar à Europa. Gluck Auf amigos do Ruhrgebiet!
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Lembrar os anos 90 do futebol inglês é recordar Eric Cantona e o Manchester dessa década. Houve porém uma figura de que poucos se lembram hoje em dia mas que marcou para sempre a Premier, isto apesar de alinhar pelo modesto Southampton: falamos de Mathew Le Tissier. Jogava como médio atacante e vingou nos modestos "saints" pelo lado prático do seu futebol tipicamente britânico. Quando via a mínima oportunidade, a mais pequena nesga de baliza, Tissier tentava o golo. Não rara era a vez que esse tipo de atitude resultasse em golos verdadeiramente espectaculares. (vejam este vídeo) Era médio e jogava para a equipa, mas marcava golos como nenhum outro. Basta dizer que é o único médio ofensivo a marcar mais de 100 golos na premier league.
Menos sorte teve com a selecção inglesa, onde uma disputa com Glen Hoddle, seleccionador da altura, lhe retirou a oportunidade de alinhar frequentemente com a camisola dos três leões.
Marcou de resto 152 golos pelo Southampton. Diz-se que teve ofertas do Milão e de Espanha, mas manteve-se sempre fiel ao seu clube de sempre. Pode ser que a história do futebol não faça juz a jogadores com este discernimento, fidelidade e devoção a um clube e a uma cidade, mas o certo é que mais tarde ou mais cedo todos recordarão a lenda viva do Southampton.
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A história é conhecida. Na Alemanha muitos odeiam o Bayern de Munique. Antipatia que chega à música. Uma banda de punk rock ligeiro, talvez a mais conhecida do país atreveu-se a dedicar uma música ao conhecido clube bávaro. Nada amistosa é claro. Adeptos do Fortuna Dusseldorf, gigante adormecido da Renania, os "calças mortas"(numa tradução à letra do nome da banda) fazem desta canção uma ode ao anti-bayerismo. Fica o refrão:
Nie im Leben würde ich zu Bayern gehen.
(Jamais nesta vida pertenceria ao Bayern)
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1967. Estádio Nacional, Lisboa. 11 rapazes nascidos nos arredores de Glasgow defrontam os temíveis representantes do cantennacio italiano: Inter de Milão. Tudo a favor dos milaneses, fama, determinação, favoritismo e um defesa mural, intransponível. Tudo contra os Bhoys, o clima, a mítica defesa adversária, mas uma vontade férrea de ganhar o maior título europeu de clubes, a taça dos campeões europeus, o troféu dos troféus.
Romantismos á parte, certo é que logo aos 7 minutos de jogo, de penalti, Alessandro Mazzola dá a vantagem aos italianos. Quem agora apostasse numa vitória dos escoceses seria apelidado de louco porque todos sabiam que após golo encaixado, e ainda por cima numa fase precoce do jogo, mais ninguém entrava no meio campo do Inter.
O problema é que do outro lado estava uma equipa com um esquema táctico arriscado: 4-2-4 e umas jogo pelas alas, com o mítico Jimmy Johnstone em destaque, a criar constante perigo. 39 tentativas de golo para os celtas foi a estatística surpreendente do jogo, que no fim acabou por lhes dar uma suada vitória. Gemmel aos 63, igualou o marcador. E já quando todos pensavam em prolongamento, Chalmers resolveu a partida no minuto 83.
Os adeptos nunca mais esqueceriam a façanha de Lisboa, e ainda hoje os "the lisbon lions" como ficaram conhecidos os jogadores daquela grande formação, são recordados como o melhor 11 de sempre do Celtic.
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